segunda-feira, 7 de abril de 2014

O nosso Freddy é o cão mais amoroso do mundo

Fomos buscá-lo no domingo de manhã, a casa da Dora. Dos 6 irmãos, este foi o quarto a abandonar a casa. Ainda ficaram 2 cadelinhas que são de derreter qualquer coração.
Portou-se tão bem no carro, ora a dormir, ora a querer espreitar lá para fora. Quando chegamos a casa dos meus pais, coloquei aquelas patinhas brancas e imaculadas no chão e disse-lhe: “Bem vindo Freddy”!
Brincou; correu; farejou tudo; comeu; bebeu água; tentou fazer amizades com o gato; habituou-se ao som do cacarejar das galinhas; dormiu nos meus pés enquanto almoçava; fez poses para as fotografias; pediu mimos e mais mimos. Fiquei com saudades dele.
O meu irmão hoje contou-me que ele ficou a dormir no meu quarto, e eu fiquei feliz. O meu quarto, é o quarto dele. E que se portou muito bem durante a noite.
O nosso Freddy é o cão mais querido do mundo :)





sexta-feira, 4 de abril de 2014

A voluntária que há em mim

Nestes últimos anos já tive oportunidade de fazer voluntariado em sítios que tinham tanto de maus como de maravilhosos.
Quando fiz 18 anos, quis ser dadora de sangue e medula óssea e, prontamente, me apresentei no Centro de Histocompatibilidade do Norte. Depois não deu. Não só porque quase desmaiei (fraquinha) como me foi detectada anemia. Lá tive eu de tomar comprimidos, comer bifes Wellington e fígado de cebolada (que, diga-se, adoro). Passou. Agora tirar sangue só mesmo para análises.
Depois decidi ir para a oncologia pediátrica do Hospital de S. João, no Porto. A experiência foi para lá de gratificante. Foi dar o jantar a meninos que só vi uma vez (era proibido perguntar por eles caso não estivessem lá na semana seguinte); foi ver dezenas de episódios do Noddy e do Ruca sempre em repeat; foi proporcionar às mães um jantar mais calmo, mesmo que fosse no hospital, ficando a nosso cargo dar mimo às crianças enquanto os pais estivessem fora; foi vestir-lhes o pijama e desejar-lhes boa noite. Saía de lá com o coração cheio,  de amor e gratidão.
Passei pela escola primária do bairro S. João de Deus, no Porto, e falei sobre A Família. Conceito que muitas destas crianças desconheciam. Mas quando me agarravam as pernas, me abraçavam não querendo largar, me diziam com aqueles olhos pequeninos, pequeninos: “gostamos tanto de si!”, eu sabia que afinal “a família” para eles era eu, e era a professora, e o guarda que ficava no portão de ferro, e a senhora Lídia da cantina que lhes servia o almoço.
Mais recentemente, estive numa escola primária na Maia a debater o tema Comunidade. Experiência muito diferente da anterior, mas igualmente positiva. Aqui o desafio era falar-lhes do Estado e do seu papel; das profissões; do significado de negócio. E as crianças, no alto dos seus 7 anos, ouviram, responderam e fizeram-me acreditar que afinal há futuro.
Ainda não fiz nada, comparado com o que gostava de fazer. Sinto que ajudei só um bocadinho daquilo que todos podemos ajudar. Basta querer. Querer com muita força. Tempo? Arranja-se sempre algum. Basta querer. Querer com muita força.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A promessa da escrita ficou em modo “águas de bacalhau”. Está mas é na altura de passar ao cozinhado.

Quando fiz a Oficina de Escrita com a Dora, prometi que iría escrever mais para a escrita se tornar melhor. E prometi a mim mesma passar para o papel tudo aquilo que fica guardado no meu peito, bem como as aventuras e desventuras desta vida que tem tanto de normal como de simples. Ora, como se tem reparado, nada disto tem acontecido. Ou porque tenho muito trabalho durante o dia. Ou porque tenho muito sono à noite. Só desculpas. Mas se há coisa que aprendi foi que nada pode servir de desculpa para não escrever. E que temos sempre de arranjar tempo para tão delicioso passatempo que é este da escrita criativa. 
Por isso, aproveitando uma conjugação de factores que se apoderaram de mim hoje (tempo, inspiração, paciência, assunto), aqui estou eu de novo. Para vos contar como têm sido os meus dias. Para vos dizer que o nosso cãozinho está quase a chegar a casa. Para vos informar que vou perseguir um sonho que tenho e que começou a dar os primeiros passos.
Às vezes, acontece tanta coisa ao mesmo tempo que nem sei como abordar cada assunto. Por isso, vamos lá com calma, método e organização (tão típicos da minha pessoa) e façamos disto um diário, um bloco de notas, um caderninho de apontamentos, uma Escrita Habitual, uma Oficina de Escrita, não é Dora? ;)

créditos da imagem

segunda-feira, 24 de março de 2014

directamente da aldeia para a aldeia

É esse o percurso que o pequeno e ternurento cãozinho vai fazer para chegar à sua nova casa.
A ideia é dar um novo cão aos meus pais, e irmão, depois da partida do velho Billy que viveu connosco 14 anos. Apaixonei-me pelas imagens da Dora, aqui, e decidi ir visitá-los. Fiquei ainda mais apaixonada.
O pretinho irá viver lá em casa, na aldeia, e será feliz, muito feliz. A Dora deu-lhe o nome de Max. Mas eu já ando a magicar outros nomes para dar ao pequenito.
Já fiz uma lista de compras com todas as coisas que o quero brindar quando ele chegar.
E agora só falta mesmo aguardar pela próxima visita à aldeia da Dora e trazer o cãozinho mais fofo, lindo e ternurento da ninhada da Bela.
Pequerrucho preto, estamos ansiosos à tua espera!




sexta-feira, 21 de março de 2014

E porque hoje é dia mundial da poesia, eu também quero escrever uns versos

Depois dos cházinhos da Lipton,
Já andei pr’ aí a ler
Quais as novidades que as bloguers
Andam agora a receber.

A Finish Power&Pure para começar
E as pastilhas para a louça tão naturais.
Dizem que não tem aditivos nem outras coisas
Eu cá acho que são promessas a mais.

Depois vi pais com Paez
Os sapatinhos para levar para a praia
Ai são para andar na rua?
A Fanny usava-os para ir para a gandaia.

Falemos também da Nespresso
Que máquinas de café andou a oferecer.
Logo eu que queria tanto uma.
Comprarei quando o salário receber.

Por tudo isto constatei
Que voltei a ser uma excluída
No correio nunca receberei
Novidades das marcas da minha “bida”


Texto escrito sem qualquer parceria com as marcas

quarta-feira, 12 de março de 2014

Só para esclarecer que…

Ando com uma dor de dentes há quase 1 semana. Não me apetece escrever e, vou ser franca, também vos tenho lido pouco. O trabalho tem preenchido por completo os dias. E de resto, é chegar a casa, jantar e namorar um bocadinho. Tenho também um trabalho de escrita por acabar, sobre conselhos, e o maior conselho que me posso dar neste momento é: venha de lá o antibiótico que eu já não aguento mais isto.