quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Retrospectivas

Por vezes, convém parar, sentar, respirar, fechar os olhos e pensar no que queremos desta vida. Pensar no que andamos afinal aqui a fazer. Se somos felizes. Se fazemos os outros felizes.
Por vezes, convém fazermos uma retrospectiva da nossa vida. Porque, assim como as nuvens que neste momento observo no céu e que passam na minha janela numa velocidade incrível (tempestade aproxima-se), também a vida passa mais rápido do que julgamos. E depois o que fica? O que demos? O que fizemos para alimentar a nossa alma e enriquecer a nossa existência?
Custa arriscar. Custa mudar. Custa dizer que não. Custa dizer que não à passividade da vida. Custa. Mas no fim vale a pena.
Os trambolhões que dei na vida, sempre me ensinaram algo. Nunca tive a vida facilitada, mas sempre tive em mim uma força invisível para mudar, enriquecer, aventurar.
O meio onde nasci deixou-me marcas que nunca irei esquecer. Ensinou-me a ser simples, a respeitar tudo e toda a gente, a não ter medo de nada. Ensinou-me a sonhar de olhos abertos deitada no meio do milho. A observar estrelas e saber de cor onde ficam. Mas para continuar a riqueza interior tive de sair, nunca abandonar, apenas distanciar-me da pacatez da terra. Aliás, era a pacatez que me afligia.
Não acho que o processo esteja concluído. Acho apenas que estou no bom caminho. E ainda há tanto, mas tanto caminho para percorrer!
 
 
 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

projecto casa – ideias a ter em conta que isto agora é mesmo a sério | 20

Casas simples, com cores claras, estilo nórdico e linhas rectas.
O sonho está quase a concretizar-se.
Aos poucos, pouquinhos que se vão tornando em grandes pedaços, vemos a casa a crescer, a tomar forma.
Os problemas que vão surgindo, vão sendo resolvidos com alguma dose de paciência e muita entrega.
Desde o início que não queremos desistir, apesar dos percalços, do deslize no orçamento, da chuva e nascentes e água que vivme lá, bem debaixo de nós.
Desde o início que acreditamos neste projecto. E quando acreditamos, nada nos pode demover. Ou melhor, não devia.
Nem sempre é fácil. Às vezes dá vontade de desistir. Mas só os fracos desistem e dos fracos não reza a história, não é?
 




A inspiração vem daqui.
 

Música para os meus ouvidos

Às vezes ouvimos uma música com a qual nos identificamos.
Às vezes ouvimos uma música que nos relaxa, nos faz sonhar, nos faz ficar com pele de galinha.
Às vezes ouvimos uma música que nos deixa criativos, românticos, corajosos, optimistas.
E até pode ser a primeira vez que a ouvimos, como é o caso desta.
 
 
 
 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Retalhos do fim-de-semana

No fim-de-semana tivemos chuva, vento, trovoada mas também um sol quente que nos revigorou a alma.
Domingo ao fim do dia fomos até à praia. Estava maravilhosa. Enquanto ele se atirava sem parar para as ondas, com o mar numa temperatura incrivelmente boa, limpando a alma e todo o cansaço do fim-de-semana cheio de actividades boas, eu enterrava os pés na areia e acolhia este sol tão bom, pensando que às vezes não é preciso muito para se estar feliz.
 
 


 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Da vida que passa e das pessoas que gostam de viver

Viver não é fácil. Melhor, às vezes viver não é fácil.
Nem sempre tudo corre como queríamos. Nem sempre acordamos com a melhor das disposições. Nem sempre aquilo que dizemos é interpretado da melhor forma. Nem sempre as portas se abrem quando queríamos ou a estrada é plana e sem buracos.
Os dias não são todos feitos da mesma forma. Assim como um bolo que nunca sai da mesma maneira, também os dias têm os seus picos altos e baixos. Mas cabe-nos a nós tentar mudar isso. Nunca ninguém tem tudo. Nunca. Falta-nos sempre qualquer coisa. Mas isso é bom. Felizes os que não se acomodam, os que procuram sempre mais qualquer coisa, os que vivem com aquela angústia – boa – de que podem ser melhores, fazer melhor, viver melhor.
Ser triste e entristecer é bastante diferente. Por vezes entristeço, mas não sou uma pessoa triste.
Rodearmo-nos de pessoas felizes ajuda, ajuda muito. E fazermos (tentarmos fazer) os outros felizes também. Por vezes esquecemos que o maior dom da vida já temos, é nosso, é unicamente nosso: a Vida. E o que fazemos com ela depende exclusivamente de nós.
Todos os dias subimos e descemos patamares. Todos os dias temos de lidar com diferentes sentimentos, situações, pessoas. Todos os dias somos postos à prova.
Viver não é fácil. Nunca ninguém disse que era. Mas eu acho que com uma boa dose de humor, paciência e um amor grande ao nosso lado, é possível viver feliz (e agora com um amor ainda muito pequenino a nascer para nos fazer sorrir todos os dias)!
 
 

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Village, chickens and warm cakes #3

Os produtos da aldeia são sempre os melhores. São os mais saborosos, os mais sumarentos, os mais bonitos (mesmo sendo feios) e, sobretudo, são semeados, colhidos e comidos com muito amor.

A história da Mimi, para ler aqui.




Porque é que eu gosto tanto de casas brancas?

Por isto:









segunda-feira, 8 de setembro de 2014

15 semanas

Ainda não comprei nada para o/a pequeno/a puqui.
Digamos que a nível de compras, tem sido mais para a mãe, que não cabe nas calças.
Gostava, gostava mesmo, que a primeira prenda que lhe comprássemos fosse um livro. E que todos os livros que lhe comprássemos tivessem uma dedicatória nossa. Algum simples, mas que mais tarde poderá ler.
Sei que será difícil resistir às roupinhas que são só a coisa mais fofa que existe. Mas vamos com calma, que isto ainda agora começou.
Esta semana é a consulta das 15 semanas.
 
 
imagem via pinterest
 

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Esperar que o tempo passe rápido, bem rápido

Está a ser a semana mais comprida que me lembro. Os minutos parecem horas, as horas parecem dias. Quando me deito, demoro tempo a adormecer, não saio nunca do meu lado da cama. Fico ali, quietinha, virada para a esquerda (dizem que se deve dormir assim por causa do bebe), e espero que o sono venha. Mas abraço a tua almofada. De manhã fico na cozinha, a olhar calmamente para o dia que amanhece. Sento-me no teu lugar. É aí que tomo o pequeno-almoço. No banho, lembro-me das tuas cantorias de manhã, da boa disposição que se vive nesta casa. Ao jantar volto a sentar-me ali, para te sentir mais perto.
A saudade fortalece o amor e o amor vive destes momentos, em que temos de esquecer o relógio e concentrar-nos no dia a dia. Pensar que é/foi apenas uma semana. 
Sexta está a chegar, eu sei :)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Um dia vais ser mãe: parece que chegou o dia!

13 semanas e 4 dias.
13 é um número mágico, carregado de sorte. 4 é o meu número favorito, porque tanta coisa aconteceu num dia 4.
Este é o tempo da minha gravidez.
Como tem sido? Bastante calma, sem enjoos, sem azia, sem muitos medos. Tenho tido cansaço, isso sim. O sono agora já está mais controlado. Agora subir (escadas, ruas, passeios), subir deixa-me sem fôlego.
Ainda não sabemos se é menina ou menino. Sabemos e sentimos que é um momento muito especial. E por isso, para que tudo fique ainda mais eterno, decidi partilhar este nosso segredo aqui.
Setembro significou sempre para mim o início de tudo. Este ano, Setembro significa o início do 2º trimestre, o início de um sonho concretizado, o início de uma nova vida que está a nascer. E eu não podia ter pedido a Deus melhor começo que este.

Nota: desculpem a minha ausência. Foram 3 semanas de férias sem ligar muito às tecnologias.