quarta-feira, 15 de outubro de 2014

fotografias do nosso bem pequenino

A Sónia é daquelas pessoas mesmo queridas, fofinhas, que dá vontade de abraçar. E, quando vemos o resultado final do seu trabalho, dá vontade de a abraçar forte e agradecer.
A Sónia já fotografou uma espécie de despedida de solteira que fiz, onde convidei todas as minhas queridas amigas e damas de honor.
E chegou a vez de fotografar o nosso bebé.
Como sei que ela tem sempre uma agenda preenchidíssima, já a contactei para que reservasse uma data ali entre meados ou fins de Fevereiro de 2015.
Se tudo correr bem, teremos fotos incríveis para mostrar. Fotos que transmitem tanto de um ser tão pequenino mas que a Sónia consegue transformar em grandioso.
Visitem o trabalho dela. Vale mesmo a pena. Porque ela é mesmo uma querida, acreditem! :)
 
 




as casas de banho

Serão brancas, com aquele aspecto clean, nórdico. Com pouca coisa. Porque muito é pouco.










segunda-feira, 13 de outubro de 2014

o Ikea sabe

Sejamos francos, é maravilhoso ser mãe ou pai pela primeira vez, mas também é um pouco assustador. Por isso os nossos berços são rigorosamente testados para garantir que estão de acordo com os padrões mais exigentes do mundo em termos de segurança. Têm todos rebordos arredondados e grades com espaçamentos seguros – e são feitos de materiais e acabamentos não prejudiciais. Além disso, os nossos berços adaptam-se ao seu pequeno que cresce a olhos vistos. Para que também possa dormir como um bebé.

 
E nós temos de dar um saltinho para vermos o berço e banheira e coisa e tal...
Já escolhemos a cadeirinha e o ovinho (que serão da Britax e agradeço a quem tenha experiência nestas coisas que fale de sua justiça).
Dividimos este tempo com as torneiras, sanitas e bases de duche que estão já escolhidas.
E ainda nos resta tempo para vermos soalhos e qual a madeira que queremos pisar durante muitos e bons anos.
Se isto não é organização, então não sei o que é! :)
 
Entretando, vou tirando ideias:
 






 

as hormonas

Impossível tentar compreendê-las, corrigi-las, alterá-las, evitá-las, porque elas, essas malvadas, aparecem sem pedir permissão.
Fica-se triste, outras vezes mal disposta, às vezes com mau feitio.
Fica-se a pensar porquê, quando é que se afastam de nós, quando é que nos deixam em paz para que possamos, com calma e de cabeça caída, pedir desculpa a quem possamos ter magoado, a quem tenhamos dito coisas menos boas ou, pior que isso, a quem não tenhamos dito nada do que era pedido.
A chuva, o frio, o facto de ser segunda-feira, não podem servir de desculpa para isso.
Há que erguer a cabeça, agradecer pela vida que temos, abraçar quem amamos, pedir desculpa e ser humilde, e esperar que a felicidade do costume e que está sempre presente em mim, consiga irromper aquela nuvem mais cinzenta e fazer brilhar algum raio de sol.
É o inicio de uma nova semana. E tanto ainda vai acontecer. Desde o curso de Mandarim que vou começar hoje às 20 semanas que o nosso bebé vai fazer.
É a vida a correr. É a nossa vida a correr.
 
 
 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ter orgulho de quem fez/faz muito por nós

Agora que estou grávida, e apesar de ainda não ser mãe a sério, começo já a pensar e interiorizar que o papel de pais vai desde o muito desafiante ao preocupante.
Agora que estou grávida, imagino que educar um filho não será fácil. Transmitir-lhe tudo aquilo que temos, que somos, que nos ensinaram e que queremos para ele, ou ela, vai ser uma tarefa para a vida.
O mais importante para mim é que seja uma criança feliz. Porque quando somos felizes, tudo se torna mais fácil.
A minha infância foi assim mesmo, feliz. Fui criança a sério. A imaginação tratou de arranjar tudo aquilo que não tive. Nunca tive uma Barbie, um Nenuco, uma casa de bonecas. A primeira bicicleta era azul, bem de rapaz, velha, e foi dada por uns tios. No Natal recebia um presente. Um. Durante o resto do ano, divertia-me na rua, com muitas crianças, muito barulho, muita traquinice.
E apesar de não ter recebido muitos brinquedos (e achar que agora até se recebem brinquedos a mais), nunca isso foi um entrave para a felicidade de ser criança. Recordo, com saudade e nostalgia, todos os momentos que vivi naquela aldeia assente num vale. Os meus pais, à maneira deles, deram-me a liberdade que eu necessitava para “viajar” no meu mundo. Ensinaram-me palavras tão importantes como respeito, dever, obrigação, estudo, dedicação. E eu agradeço-lhes por tudo aquilo que sou hoje. Porque mais importante que o dinheiro ou bens materiais foi a capacidade que me passaram de ser uma mulher valente, destemida, que não desiste de ser feliz e fazer os outros felizes.
 
 

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

18 semanas

Compramos-te o primeiro livro e a primeira prenda, desde que sabemos que existes.
Sabemos que não o irás ler tão cedo, mas os poemas que nele vivem serão lidos e relidos ao teu ouvido, para que nasça em ti o mesmo gosto que a tua mãe tem pela poesia e a mesma paixão que o teu pai tem pelos livros.
Agora, que o teu primeiro livro está comprado, podemos seguir para o resto. Tudo ainda falta. Mas há tempo. Só não falta é amor e a vontade de te ver novamente daqui a precisamente 21 dias.